sábado, 31 de outubro de 2009












Comming soon i´ll put others photograph of this day (October, 25th 2009).
Gabriel Adonis




























This is the moment that everybody was entering there. I got 100 photograph, and i just posted 10, so so. HAUAHAUHA.









This is some pictures about the National Younger´s day. Dia Nacional da Juventude.
Later I´ll put more pictures here.
See you later. This day were great!!!
Please, click INTO those pictures to save it.

Talking about MARKETING

I tought this sites coll a lot. Here you can see more explain about the cebebrity most famous.
To do it, just ckin in Celebrity of Hollywood and Entertainment TV.

Here you can see more informations about some news that i´m learning in my job. I always enjoyed do it. And: When you are looking that it´s beem well received, everything staying each time betters.

The future is it.

"e-Negócio
Comércio de vinhos
O consumo anual de vinhos finos no Brasil já ultrapassou a barreira de 150 milhões de litros por ano e a expectativa é que continue crescendo. A melhora na qualidade dos vinhos produzidos no país vem contribuindo para estimular o consumo do produto nacional. Na internet, as melhores lojas tradicionais de vinho já tem presença, e as vendas já apresentam indicadores de crescimento à medida que o consumidor desse produto se habitua a conveniência da compra on-line. Existe espaço no mercado para sites de conteúdo e lojas virtuais especializadas que trabalhem com qualidade de produto, preços competitivos e promoções para estimular a compra, além da criação de uma comunidade virtual de apreciadores dessa bebida.
Extraído do ebook: Oportunidades de Negócio Internet "

Here you can make some downloads about Business Plan, and much more. For more informations, click here in e-commerce.

Also can be saw here a Brazilian business of marketing. This is a biggest group, that will make that everybody can learn a few more fast than before. Here will showed more about some others sites of relacionships.Your name is Smart AD Brasil.

Livraria de eBooks

Centro de Produções Técnicas - Capacitação Profissional.

I´ts everythion I discovered last week. Bye.

Gabriel Adonis
That´s that, people! How´s it going?
I´m happy a lot. Finally this weekend arrived early. I´m thinking to go to the beach. Here the weather is very cool to do it. Already made a long time that I let of do it.
So, if I make something, may I´ll put some picture here.
I´d like to learn to put some videos here, becouse my favorites music aren´t kept in this computer.

So, is it.

Have a good weekend!
(Becouse the mine already is been the best =D)
HAHAHA I just kidding.

See you later.

Gabriel Adonis

sábado, 24 de outubro de 2009

Notícia - Antes visto como ‘exótico’, Brasil vira referência em universidades dos EUA

[Perfil do ‘brasilianista’ é rediscutido na academia norte-americana.G1 ouviu chefes de estudos em Harvard, MIT, Stanford e Berkeley.]

Um dos mais importantes centros de estudos em tecnologia do mundo, o MIT, nos Estados Unidos, deu início aos planos para inaugurar seu primeiro centro de estudos voltado para o Brasil, parte da iniciativa internacional MISTI. O objetivo do projeto é criar grupos de solução de problemas específicos em tecnologia e ciência, e evidencia uma tendência nova para as análises do Brasil nas maiores universidades dos EUA. Em vez de formar os tradicionais brasilianistas, que se debruçavam sobre a realidade histórica, social e cultural do país como um lugar exótico e distante, a academia norte-americana passou a encarar o Brasil como um importante ator global, referência em diferentes assuntos científicos e passando por quase todas as áreas de conhecimento.

Leia também:
Cultura é o principal foco de estudos brasileiros no Reino Unido
Esta nova forma de encarar o Brasil está se disseminando pelos Estados Unidos. A reportagem do G1 entrevistou diretores de centros de estudos sobre o país e a América Latina em Harvard, Stanford, Universidade da Califórnia em Berkeley e MIT (Massachusetts Institute of Technology), universidades que aparecem no topo dos principais rankings de melhores instituições de ensino superior do mundo. Segundo eles, não há dados que comprovem um grande aumento no interesse acadêmico pelo Brasil, mas há uma mudança na abordagem, uma inclusão do país em áreas que antes ignoravam o que acontecia por aqui. “De fato, houve uma mudança”, explicou Harley Shaiken, diretor do Center for Latin American Studies em Berkeley, por telefone. “Essa é a mais importante nova tendência em estudos brasileiros. Nós incentivamos essa forma de incluir o Brasil em outros estudos mais gerais. Se há uma pessoa trabalhando com energias renováveis, por exemplo, ela pode não ser especialista em Brasil, mas deve haver grupo de pessoas de estudos do Brasil que podem entrar em contato com este pesquisador. E nós tentamos incentivar estes contatos”, disse.
Segundo as universidades ouvidas, esta nova realidade envolve especialmente assuntos relacionados a energia renovável, ambiente, desenvolvimento, sustentabilidade, negócios, e há um grande grupo de pesquisadores que está se especializando em temas que precisam olhar para o Brasil. Para o paulista Marcio Siwi, que vive nos EUA há dez anos e há dois atua no programa de estudos brasileiros do Centro David Rockefeller de Estudos Latino-Americanos em Harvard, “há temas em que o Brasil virou referência e que atraem muito o interesse de alunos e professores. Pode-se falar em aquecimento global, desenvolvimento sustentável, Amazônia, todos esses assuntos que são importantes para os Estados Unidos elevam a enfocar no Brasil como uma referência. O mesmo acontece nos estudos sobre desigualdade.”

(...)

Leia mais Notícias em Brasil referência Mundial.

O poder da amizade

[Novas pesquisas mostram que seus amigos – e até os amigos dos amigos de seus amigos – podem fazer você mais rico, mais feliz, mais magro, mais saudável...
David Cohen e Marcela Buscato. Com Andres Vera, Martha Mendonça e Peter Moon]

A ideia de que os amigos exercem influência sobre nós tem pelo menos 3 mil anos. É mais ou menos dessa época o registro de um ditado assírio: “Diga-me quem são seus amigos e eu direi quem você é”. (Que um ditado similar – “Diga-me com quem andas...” – seja comum no Brasil mostra quanto essa percepção resiste ao tempo e às diferenças culturais.) Mas só agora começamos a entender até onde a influência de nossos amigos se estende – é para bem mais longe do que supúnhamos.
Para o filósofo grego Aristóteles, um dos patriarcas da sabedoria ocidental, amizade era “uma única alma habitando dois corpos”. Ou, como disse o filósofo e político romano Cícero, três séculos depois, ter um amigo é ter um segundo eu. A escritora francesa Anaïs Nin definiu o mecanismo dessa influência de forma poética: “Cada amigo representa um mundo em nós, um mundo possivelmente não nascido até que ele chegasse, e é somente através desse encontro que um novo mundo nasce”. Com um pouco menos de poesia e um tanto mais de senso prático, milhões de pais compartilham essa opinião. E tratam de averiguar em que companhia andam seus filhos adolescentes – justamente por medo de que aflorem neles alguns mundos estranhos a seus valores.
É tão arraigada a noção de que as amizades ajudam a definir nossos caminhos na vida que um dos mais bem-sucedidos livros de autoajuda de todos os tempos (15 milhões de cópias vendidas no mundo inteiro) carrega o sugestivo título de Como fazer amigos e influenciar pessoas. Escrito em 1936 pelo palestrante motivacional americano Dale Carnegie, o texto resiste até hoje como um manual para se dar bem na vida. Mas finalmente está se tornando desatualizado.
Uma série de pesquisas começa a mostrar que o poder da amizade é bem mais amplo do que imaginamos. De acordo com dois pesquisadores americanos, não somos habitados apenas pelos mundos criados por nossos amigos. Temos dentro de nós também os mundos criados pelos amigos dos nossos amigos e pelos amigos dos amigos dos nossos amigos. Os argumentos deles estão no livro Connected – The surprising power of our social networks and how they shape our lives, recém-lançado nos Estados Unidos (a edição brasileira, O poder das conexões – A importância do networking e como ele molda nossas vidas, deverá ser lançada no dia 25 de novembro, pela editora Campus-Elsevier). A conclusão é desconcertante. Nosso comportamento é moldado, em boa medida, por gente que nem sequer conhecemos, da qual estamos afastados por 2, até 3 graus de separação. “Nosso ponto principal não é tanto mostrar que seus amigos o afetam. Isso é senso comum. Nós mostramos como pessoas que não conhecemos nos afetam”, diz o médico e sociólogo Nicholas Christakis, professor da Universidade Harvard e coautor do livro, junto com o cientista político James Fowler, da Universidade da Califórnia em San Diego (
leia a entrevista)
Por mais surpreendente que pareça esse contágio, não é difícil encontrar evidências dele. Em 2001, o empresário paulistano Luis Carlos Cabernite viu um grupo de golfistas no aeroporto, indo para Punta del Este. Como ele também ia para lá, visitou o campo. Encantou-se e, de volta a São Paulo, começou a fazer aulas de golfe. Seu entusiasmo atraiu o irmão, Paulo. Paulo “contaminou” a namorada, Adriana (hoje sua mulher), e o amigo José Mauro Gabriolli, um publicitário. “Há uns três anos, fui ver o Paulo num torneio e decidi experimentar”, diz Gabriolli. “Não parei mais. Agora estou tentando trazer minha mulher.” Ele adquiriu um hábito semanal influenciado por Paulo Pimentel, um desconhecido – o organizador da turnê de golfistas que encantou o irmão de seu amigo.
Da mesma forma, a empresária carioca Marcella Tcheh, atleta convicta desde os 15 anos, influenciou sua irmã, Jullie, a fazer ginástica numa academia. E Jullie levou para a ginástica uma vizinha, a publicitária Ana Paula Perissé. O processo também ocorreu com um grupo de ciclistas de São Paulo. A analista de sistemas Flávia Grohmann convidou a colega de trabalho Cristiane Fogaça para participar de uma trilha de bicicleta. Cristiane chamou o marido, Marcelo Castro, e Marcelo levou sua irmã, Ana.
É provável que todos tenhamos não uma, mas algumas histórias desse tipo em nossa vida. Só não percebemos a influência dos desconhecidos porque, bem, eles são desconhecidos. Quando Fowler e Christakis analisaram estudos com dados de milhares de pessoas, ao longo de quase 50 anos, esses laços ficaram mais claros. Eis algumas de suas descobertas.
“Nosso ponto não é que seus amigos o afetam. Isso é senso comum. Nós mostramos como desconhecidos nos afetam”

Para mais informações e visualização de imagens, acesse Revista Época.

Notícias - Internet brasileira cresce 10% e chega a 36,4 milhões de usuários

[Número de internautas refere-se ao ambiente residencial e de trabalho. Se consideradas LAN houses e telecentros, total chega a 64,8 milhões.]
Em julho de 2009, o número de brasileiros que usaram a internet em casa ou no trabalho chegou a 36,4 milhões, um crescimento de 10% em relação aos 33,2 milhões de pessoas que acessaram a web nesses ambientes em junho. Só no ambiente doméstico, a quantidade de internautas ativos ficou em 27,5 milhões -- 40,2 milhões de brasileiros vivem em residências onde há pelo menos um PC conectado, mas nem todos o utilizam.

Leia também:
Banda larga clandestina substitui lan houses na periferia de SP
Se considerados também os acessos públicos (LAN houses, bibliotecas, escolas e telecentros), o Brasil conta com 64,8 milhões de usuários de internet com mais de 16 anos, também de acordo com dados do Ibope Nielsen Online. “Esses 10% de aumento no ambiente residencial e corporativo indicam uma retomada do crescimento da internet, que há cerca de um ano e meio não era tão grande”, afirmou ao G1 o analista de mídia José Calazans, do instituto de pesquisa. Segundo ele, esse movimento está ligado à retomada da economia, que fez com que os brasileiros voltassem a comprar computadores e navegassem mais na internet. No mês passado, o tempo médio de navegação por usuário, no trabalho e em domicílio, foi de 48 horas e 26 minutos. Se considerado também o uso de aplicativos (comunicadores instantâneos, tocadores de música, programas de download e de voz sobre IP, entre outros), o tempo chega a 71 horas e 30 minutos. “No trabalho os internautas usam ainda mais aplicativos, como programas de comunicação instantânea, do que em casa”, compara Calazans. De acordo com ele, o ambiente profissional também deixa de lado sites como aqueles visitados principalmente por donas de casa e crianças. No local de trabalho, as páginas que recebem mais atenção são as de comércio eletrônico, viagens e de automóveis. Segundo o Ibope Nielsen Online, o Brasil continua liderando o tempo de navegação nos ambientes doméstico e residencial. De acordo com a mesma medição, o país (com média de 48 horas e 26 minutos por internauta, em julho) ficou na frente dos Estados Unidos (42 horas e 19 minutos), Reino Unido (36 horas e 30 minutos), França (33 horas e 22 minutos), Japão (31 horas e 55 minutos), Espanha (31 horas e 45 minutos), Alemanha (30 horas e 25 minutos), Itália (28 horas e 15 minutos) e Austrália (23 horas e 45 minutos).

Leia mais notícias clicando em G1 Notícias.

Sites de relacionamento e blogs podem ajudar a empregar pessoas

Encontrei outra notícia referente a Tecnologia. A maior parte dos detalhes está incluso neste vídeo. Para ter acesso a ele, basta clicar aqui.
Muitas empresas procuram informações dos candidatos na internet. É preciso tomar cuidado na hora de escrever sobre si mesmo. O gerente de recrutamento Robson Barbosa dá dicas sobre o assunto.

Notícias - Sites de relacionamento como fonte de renda

22/10/09 - 23h59 - Atualizado em 23/10/09 - 01h30

[Você já pensou em ganhar dinheiro sem sair de casa? Pois saiba que tem muita gente faturando nas redes sociais da internet, esses sites que geralmente usamos apenas para encontrar amigos.]

Na reportagem, pessoas simples que tiveram ideias lucrativas conseguiram.

Jovem, bela, descolada e tecnológica. Ela é a Twittess. A desconhecida publicitária virou celebridade virtual conversando com o público jovem. "Eu twittava sobre minha vida, meu dia a dia, mas eu via que as pessoas curtiam muito mais quando eu passava um link ou uma informação diferente e ai eu fui seguindo para isso", afirma Tessália Serighelli. Twitter, para quem não sabe, é mais uma ferramenta gratuita de comunicação imediatíssima na internet. Um microblog. Você pode mandar e receber mensagens de até 140 caracteres. Nove milhões de brasileiros já estão twittando. Ninguém sabe ao certo quantos convertem as letrinhas em dinheiro, mas a personagem Twittess ficou tão famosa com tantos seguidores (85 mil) que as empresas começaram a ficar de olho.
Aos 22 anos, ela já é formadora de opinião. Hoje ela te sustenta mais do que a sua profissão? "50%, 50%. Depende do mês". Tess diz ser uma caçadora de tendências. Ficou famosa postando novidades no Twitter. Hoje, cobra R$ 500 por mensagem comercial e dá consultoria para quem quer promover produtos pela internet. "Se fosse para começar hoje eu começaria com Twitter focado. É muito mais bacana, pega uma coisa que você gosta de verdade, que vai escrever bem, que você não vai ter que correr atrás de aprender a fundo algo que nem te interessa tanto". Por pura diversão, Felipe Cruz criou o 'Papel Pop', um blog que fala do que há de importante entre os assuntos mais irrelevantes do planeta. "Você tem que estar sempre atualizado. Vai que a Britney tropeçou e caiu, como é que eu não vou postar isso?". O blog ficou tão conhecido que agora ele vende espaços para anunciantes e fatura de R$ 3.000 a R$ 5.000 por mês. "Essa não é uma profissão do futuro e sim do presente. As redes sociais, os blogues, os twitters, é a profissão de agora".
Blogueiros iniciantes costumam recorrer ao Google Adsense que traz anúncios para blogs. Cada vez que alguém clica na propaganda pelo seu site, você ganha dinheiro. Fácil? Que nada. Tem casos que, para ganhar US$ 100 são necessários dez mil cliques. Outra fonte de renda é bem mais polêmica. Alguns blogueiros recebem para escrever mensagens positivas sobre determinado produto, uma propaganda disfarçada. Nos Estados Unidos, a Comissão de Comércio proibiu a prática. A partir de 1º de dezembro, quem fizer isso será multado em US$ 11 mil, quase R$ 20 mil. "Se você for fazer um blog não pensa: 'ah, eu quero para fazer dinheiro'. Não vai dar certo. Foi fazendo o que gostam que esses empresários tiveram uma ideia pioneira: lançar uma editora virtual de livros. "Nós vivemos todas as dificuldades que o autor iniciante passa na busca por editora, por ter o seu original aprovado e chegar ao público e contar a sua própria história", afirma Ricardo Almeida. O site publica e vende livros de qualquer autor que se cadastrar. 2.050 títulos foram lançados desde maio. "São dez mil livros vendidos já, mas nós estamos numa media de 2.000 livros mês". O 'Clube de Autores' funciona assim: o escritor faz um cadastro gratuito no site. O valor de custo é determinado pelo número de páginas do livro. O autor diz quanto quer cobrar a mais e define o preço final para o leitor. Depois de definido o valor, basta subir o arquivo do livro em PDF. "O mais difícil você já vai ter feito que é ter escrito os livros", brinca. A editora oferece facilidades desconhecidas para a imensa maioria dos autores: se o autor quiser fazer uma liquidação virtual, é só ele acessar o site e baixar o preço. O livro só é impresso quando vendido, ou seja, se o autor não é lá muito talentoso e apenas a mãe dele for comprar, a gráfica imprime só um exemplar. As encomendas são entregues em cinco dias. "Fornecedores que apostaram também no nosso projeto, um projeto na América Latina inédito e tem dado certo", acredita Índio Brasileiro Guerra Netto. Parece tudo maravilhoso, mas tem uns poréns: o autor tem que entregar o livro diagramado e revisado, e o principal: não há divulgação. Mesmo com esses obstáculos, tem escritor faturando.
Tudo tecnológico "A cada R$ 100 que ele acumula de direitos autorais que foi definido por ele, nós creditamos na conta dele. Ele tem como checar, então é um modelo muito transparente. Isso nos dá muita força junto ao autor". Acredite, encontramos em Buenos Aires o mais novo brasileiro candidato a hit na internet. Bastou uma câmera no computador e uma ideia esquisita na cabeça para ele começar a fazer sucesso. "Era uma piada entre os amigos. Eu gravei um, subi para o YouTube, e ai começou um monte de gente falar", conta o cantor, Túlio Pires Bragança. A piada é fazer traduções simplórias de pagodes dos anos 90. A brincadeira já rendeu convite de duas empresas para transformar as versões em toques de celular. "Era um lado que ninguém subiu, nem eu, esse lado tradutor automático", diz Túlio. Irônico é que o brasileiro que canta pagode em inglês na terra do Tango explica o processo de criação: "eu sento, depois de uma semana de ensaio de poesia pagodística (sic) eu ligo a câmera e começo a tocar". O vídeo gira o mundo. 15 minutos de fama e quem sabe de fortuna pela internet.

Leia mais e acesse o VÍDEO clicando em Jornal O Globo.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Notícias - Tire suas dúvidas sobre os leitores digitais


[ Amazon anuncia lançamento do Kindle no Brasil por cerca de R$ 1 mil. G1 lista o que você precisa saber antes de comprar esse tipo de eletrônico.]



Nesta semana, a loja virtual norte-americana Amazon anunciou o lançamento do leitor digital Kindle para diversos países – entre eles, o Brasil. A oferta do produto, que pode ser reservado on-line para sua estreia internacional em 19 de outubro, marca o lançamento oficial no país de uma categoria de eletrônicos que já se tornou popular nos Estados Unidos. Segundo a Forrester Research, 3 milhões desses produtos devem ser vendidos no mercado norte-americano em 2009.



>>>O que é um leitor digital?
É um aparelho eletrônico que armazena arquivos -- principalmente livros -- e está voltado à leitura. Esses livros digitalizados, que podem ser baixados da internet via computador ou diretamente para o leitor (e-reader), ganham o nome de e-books. Em uma equivalência dentro do universo tecnológico, os leitores eletrônicos podem ser comparados aos tocadores digitais: a diferença está no tipo de conteúdo armazenado e disponibilizado aos seus usuários (livros no caso dos leitores e música quando se fala em toca-MP3).

>>>Para quem é esse produto?
Para pessoas que têm muito interesse em leitura e gostam da possibilidade de guardar todo esse conteúdo no bolso – ou na bolsa. Os leitores digitais permitem que o usuário carregue dentro de um equipamento com apenas 1 centímetro de espessura (no caso do Kindle) até 1,5 mil livros. Ele pode não ser extremamente interessante, por exemplo, para alguém que só lê em casa ou no ônibus, enquanto vai e volta do trabalho (não é o fim do mundo carregar um único livro na bolsa). O cenário muda, no entanto, no caso de um estudante que tenha uma mochila carregada de livros e utilize diversos transportes públicos para se locomover entre sua casa, estágio e faculdade. Nesse último caso, seria mais prático acomodar todos os livros em um único equipamento com menos de 300 gramas.



O leitor digital também pode se encaixar bem na vida de viajantes solitários. Em vez de aumentar o peso da bagagem com livros, eles podem “empilhar” no espaço menor que o de uma única revista diversos mapas e roteiros de viagem, além de romances para ler durante a viagem.

>>>O leitor digital já está disponível no Brasil?
No Brasil, ainda é difícil encontrar os leitores digitais – eles são oferecidos extra-oficialmente, por exemplo, em sites de comércio eletrônico. A partir de 19 de outubro, no entanto,
os brasileiros poderão comprar oficialmente o Kindle da loja on-line Amazon.
Além desse modelo bastante popular (o Kindle tem 60% das vendas nos EUA, contra 35% dos aparelhos da Sony, segundo a Forrester Research), é provável que em breve outros concorrentes desembarquem por aqui. Procurada pelo G1, a Sony informou via assessoria de imprensa que não divulga informações sobre um possível lançamento local de seus readers. Em junho de 2010, a empresa pernambucana Mix Tecnologia planeja lançar oficialmente o Mix Leitor D, um produto brasileiro que vai concorrer com o Kindle e outras alternativas disponíveis no mercado. Segundo a fabricante da novidade, seu diferencial é uma ferramenta chamada Interquiz. Ela pode ser acionada com um botão e, no estilo quiz, faz perguntas aos usuários sobre o conteúdo disponibilizado na tela. “Queremos transformar nosso produto em uma ferramenta de aprendizado”, disse ao G1 Diego Mello, gerente do projeto.



Leitor digital brasileiro Mix Leitor D está previsto para chegar ao mercado em junho de 2010. (Foto: Divulgação )

>>>Quanto custa um leitor digital no Brasil?
Foto: AP
Jeff Bezos anunciou que Kindle será vendido para diversos países. (Foto: AP)
O Kindle vendido nos Estados Unidos a US$ 279 (cerca de R$ 490) sairá por US$ 585,32 (o equivalente a R$ 1.028,75) para os brasileiros, por conta das taxas de importação e entrega. A venda do produto começa oficialmente em 19 de outubro e só é feita pelo
site da Amazon. A previsão de preços do brasileiro Mix Leitor D é de R$ 650 e R$ 1,1 mil, dependendo do modelo. O primeiro, com capacidade de 1 GB, será suficiente para 500 livros, enquanto o segundo, com 4 GB, armazenará até 1,5 mil livros. Questionado se os preços não estão altos para o mercado brasileiro, Diego Mello, da Mix Tecnologia, respondeu: “talvez estejam caros quando pensamos que é possível encontrar um notebook por R$ 1,4 mil. Mas esses portáteis são menos apropriados para a leitura, pois cansam a vista. Além disso, se pensarmos no preço de um livro, o eletrônico pode não ser tão caro. Um livro custa em média R$ 50 no Brasil, mas um título técnico, de medicina, pode chegar a R$ 800”, compara.

>>>Que tipo de conteúdo posso ler nesses eletrônicos?
Livros, revistas, jornais, blogs, sites e arquivos em PDF, TXT e Word, entre outros.

Nem todos os leitores, no entanto, permitem acesso a todos os tipos de conteúdo. Os usuários do Kindle, por exemplo, só podem comprar arquivos vendido na Amazon: são 350 mil livros, além de jornais, revistas e blogs. A aquisição pode ser feita diretamente via Kindle, que tem um chip 3G com acesso restrito a essa única loja on-line – mesmo no Brasil, não será preciso pagar pelo acesso.

xx

Já os leitores da Sony, que contam com milhares de títulos na
eBook Store podem também baixar gratuitamente o acervo de 1 milhão de títulos que pertencem ao domínio público e foram digitalizados pelo Google – para isso, os usuários devem fazer o download em seus computadores e, depois, transferir o conteúdo para os leitores. No caso da Amazon e da Sony, a maioria das obras disponíveis é da língua inglesa.

Vídeo ao lado tira dúvidas sobre o equipamento; assista
Para o lançamento do Mix Leitor D, a Mix Tecnologia pretende fechar acordos com editoras, livrarias, jornais, revistas e também autores independentes. O objetivo é fornecer a maior quantidade de conteúdo para o público brasileiro, que poderá fazer a aquisição diretamente nos sites visitados. Isso porque a alternativa brasileira não restringirá o acesso a uma única loja virtual, como faz o Kindle: o usuário poderá se conectar às páginas que quiser.

>>>Quanto custa o conteúdo compatível com os livros digitais?
O conteúdo pode ser gratuito, como no caso do arquivo digitalizado pelo Google e oferecido aos usuários dos leitores da Sony. Os preços das obras variam bastante: entre os cinco mais vendidos na eBook Store na noite de quinta-feira (8), os valores iam de $ 0,49 a US$ 15,40. Apesar de os e-books terem a proposta de oferecer preços mais baixos que os livros tradicionais,
é possível encontrar na loja da Sony títulos que chegam a US$ 350. Na Amazon, os lançamentos vão custar US$ 12 para os brasileiros (“a não ser que esteja marcado outro preço”, diz a loja virtual). Ainda segundo o site, é possível encontrar mais de 100 mil títulos por menos de US$ 6. A assinatura mensal de “O Globo”, primeiro jornal brasileiro a ser disponibilizado na Amazon é de US$ 16.

>>>Como transfiro conteúdo da internet para os leitores?
Há basicamente duas formas de transferir conteúdo: via cabos ou sem fio. Na primeira, utilizada nos leitores da Sony, o usuário deve fazer o download do arquivo para seu computador e, depois, transferir via cabo USB para o leitor digital.

À esquerda, leitor da Sony com tela sensível ao toque de 6 polegadas, vendido nos EUA a US$ 300. Modelo tem canela stylus, para que o usuário faça anotações sobre o ‘papel digital’ enquanto lê. Espessura é de 1 centímetro. À direita, leitor da mesma fabricante, com tela de 5 polegadas, que custa US$ 200 nos EUA. Os dois modelos têm capacidade de armazenamento 512 MB. (Foto: Divulgação )
A outra alternativa, sem fio, dispensa o uso de computador: ela está disponível no Kindle e deve ser oferecida também no produto brasileiro da Mix Tecnologia. O Kindle tem um chip como o de telefones celulares que se conecta à Amazon, onde o usuário faz suas compras – nos EUA, esse serviço é fornecido pela Sprint Nextel. Já o modelo vendido para outros países, com o chamado “wireless internacional”, usa tecnologia 3G e faz conexão com a Amazon pela rede da AT&T. Essa conexão é gratuita e restrita à loja on-line.

>>>Posso colocar qualquer livro ou arquivo de texto no leitor digital?
Não. Cada leitor só aceita determinados tipos de arquivos – assim como acontece com os tocadores digitais iPod, da Apple, e Zune, da Microsoft.

>>>Se eu comprar um leitor digital no exterior, posso usá-lo no Brasil?
Sim. Mas o sistema de download sem fio, que dispensa o uso de computador, pode não funcionar – nesses casos, será necessário baixar os arquivos para a máquina (onde os arquivos podem ficar inacessíveis para leitura) e, depois, transferi-los para o leitor. O Kindle vendido no Brasil terá tecnologia 3G e, por isso, permitirá a realização desse download – a Amazon promete baixar um livro em até 60 segundos.

>>>Quais as desvantagens desse eletrônico?
O preço ainda pode ser uma desvantagem e a quantidade de arquivos disponibilizados em português. Essas duas questões, no entanto, tendem a apresentar melhoras com o tempo.

>>>Vale a pena ter um?
Depende do interesse que o usuário tem em leitura. Gustavo Lanzetta, de 19 anos, é fã de tecnologia e comprou um Kindle de US$ 360 quando visitou os Estados Unidos, em Junho. Para ele, a resposta para a pergunta acima é “sim”. “A principal vantagem é a praticidade de carregar múltiplas publicações, como jornais e livros, no espaço de um livro fininho e leve. Tem também a economia de comprar livros, que são baixados na mesma hora, por um preço mais baixo do que pagaria nas lojas tradicionais”, diz.


Gustavo Lanzetta só vê vantagens e levar muitos livros no leitor digital Kindle. (Foto: Juliana Carpanez/G1)
Seu equipamento não tem a tecnologia 3G, que permite baixar livros diretamente no leitor digital. Por isso, ele deve fazer o download no computador e, então, transferir os arquivos para o eletrônico. Apesar de o Kindle permitir armazenamento de “apenas” 1,5 mil livros, Lanzetta sabe que pode deletá-los quando bem entender: uma vez que a aquisição é feita no site da Amazon, esse arquivo poderá ser acessado gratuitamente pelo internauta.

>>>Como carrego a bateria de um leitor eletrônico? Quanto tempo ela dura?
É possível carregar via cabo USB do computador ou pela tomada. Por conta da tecnologia do usada na tela (leia mais abaixo), a bateria é de longa duração – segundo a Amazon, sua duração depende de quanto o equipamento for usado e da quantidade de acessos à loja on-line. A Sony diz que, com uma única carga, é possível virar 6,8 mil páginas de livros.

>>>A tela dos leitores digitais é igual à de outros eletrônicos?
Não. A tecnologia utilizada atualmente na tela dos leitores é chamada de eletronic paper display (tela de papel eletrônico, em tradução livre) e foi desenvolvida por uma empresa chamada E-ink, que surgiu no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Esse tipo de tela simula um papel: é como se a página de um livro tivesse sido “grudada” na superfície do leitor eletrônico. Ao contrário do que acontece com outros portáteis, essa tela permite a visualização do conteúdo, sem dificuldades, em ambientes muito iluminados, como o de uma praia. Para ler no escuro, basta acender a luz, como acontece com os livros tradicionais, de papel. A tecnologia também consome pouca energia e, por isso, é possível ler milhares de páginas até que seja necessário fazer uma nova recarga.


Para verificar Referência, clique no Site da Globo (G1).

Notícias - Maior livraria física dos EUA deve lançar leitor digital por US$ 259


[Novidade terá duas telas, segundo jornal 'Wall Street Journal'. Preço nos EUA é o mesmo do Kindle, eletrônico da loja Amazon.]

Da Reuters

O novo leitor eletrônico da livraria Barnes & Noble, que deve ser lançado na terça-feira, oferece duas telas: uma para leitura e outra colorida e sensível ao toque que permite controlar o aparelho. A novidade deve ser vendida nos EUA pelo mesmo preço do aparelho Kindle, da Amazon, divulgou o “Wall Street Journal”: US$ 259.

O aparelho, que segundo o jornal tem o nome Nook, vai concorrer com o Kindle e com o Sony Reader, entre outros leitores eletrônicos que permitem que os usuários leiam conteúdo digital em um dispositivo portátil. O jornal informou que os detalhes vieram de um anúncio de mídia impressa que será veiculado na edição de 25 de outubro do “New York Times”.

A Barnes & Noble e o New York Times não responderam imediatamente a pedidos de comentários. Diversos concorrentes estão tentando conquistar mercado à Amazon, que é vista como dominante nesse setor ainda pequeno, mas de rápido crescimento.

Os últimos 30 dias foram caracterizados por um surto de atividade da parte de lojas de livros, fabricantes de eletrônicos, editoras e operadoras de telefonia sem fio. Essas empresas esperam estabelecer presença no mercado antes da importante temporada de festas.
Livraria
Em julho, a Barnes & Noble, maior cadeia de livrarias físicas dos Estados Unidos, lançou o que define como maior livraria on-line do mundo, com mais de 700 mil títulos, que podem ser lidos em aparelhos como o iPhone, da Apple.

Os analistas dizem que a vantagem da Barnes & Noble pode estar em suas lojas físicas, nas quais os consumidores poderão testar o aparelho, bem como em seu forte relacionamento com as editoras -- uma vantagem de que a Amazon também desfruta.

Com preço de US$ 259 dólares, o mesmo do Kindle depois de uma recente redução, a Barnes & Nobles tem o potencial de roubar usuários ao Kindle, que, segundos os críticos, apresenta design e funcionalidade insatisfatórios.

Uma tela colorida e de toque seria considerada vantagem por alguns usuários, acostumados a uma melhor funcionalidade por aparelhos como o iPhone e o iPod, da Apple.

Os rumores sobre leitores eletrônicos estão em ascensão há um mês, com o lançamento do Kindle International pela Amazon, a revelação de planos do Google para uma loja on-line de livros eletrônicos e a visita de Rupert Murdoch, da News Corp, ao Japão e Coreia do Sul para avaliar tecnologia para leitores eletrônicos.




Fonte retirada do Site da Globo (G1).

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Weekend

Gosh! I´d like everybody know: I had one of the bestest weekends of my life. It happened becouse i has the oportunity to sleep out for a time a few grow than I could imagine. Of a right way, it made me thinking just in good thinks, like my future trip. I got to put my mind in your right place.
I have to thank God for have exactly those friends I have.

*Now I have to study to four "chairs" of my Business Course (college). But everything will give right. I believing in myself.

So, I think that´s it.

I´m desiring a Good weekend for everybody.

Gabriel Adonis

Notícia - Google planeja livraria virtual para abastecer livros eletrônicos


Arquivos seriam compatíveis com produtos que têm navegador web. Lançamento está previsto para início de 2010, com 500 mil títulos.


O Google planeja lançar uma loja on-line para distribuir livros eletrônicos a qualquer eletrônico dotado de um navegador de web, o que pode perturbar o mercado de leitores eletrônicos, dominado pelo Kindle, da Amazon.

O gigante das buscas na web anunciou na quinta-feira (15) que lançaria o Google Edition no primeiro semestre do ano que vem, oferecendo inicialmente cerca de 500 mil livros, em parceria com editoras que já cooperam com a empresa e já licenciaram a ela seus direitos digitais.


[ Kindle 2 anunciado recentemente para diversos países, custa US$ 279 nos EUA. Para os brasileiros, ele sai US$ 585,32 ou pouco mais de R$ 1 mil. (Foto: Divulgação ) ]


Os consumidores poderão comprar livros eletrônicos diretamente do Google ou outras lojas on-line, como a Amazon ou a Barnesandnoble. O Google armazenará o conteúdo dos livros eletrônicos e o abrirá a buscas.

Jennie Johnson, porta-voz do Google, disse que muitos dos detalhes do projeto, entre os quais os demais grupos de varejo on-line que participariam e se os livros digitais seriam legíveis no Amazon Kindle, ainda não foram decididos. O Google também descartou a possibilidade de fabricar um aparelho de leitura.

"Não planejamos produzir um leitor eletrônico exclusivo de qualquer tipo," disse Tom Turvey, diretor de parcerias estratégicas do Google, a jornalistas, durante a Feira do Livro de Frankfurt.

O grupo de pesquisa de tecnologia Forrester antecipa que cerca de 3 milhões de leitores eletrônicos sejam vendidos este ano nos Estados Unidos, ante uma base anterior de cerca de um milhão, com a ajuda de preços mais baixos, mais conteúdo e uma melhor distribuição.

O Google Editions permitirá que o Google pela primeira vez fature com uma de suas empreitadas no ramo de livros --entre as quais há também um controvertido projeto para digitalizar e indexar dezenas de milhões de livros por meio de parcerias com bibliotecas.

Turvey informou que o Google pagaria às editoras 63% da receita e ficaria com 37%, quando vendesse livros eletrônicos diretamente aos consumidores. O Google já tem parceria com editoras para abrir o conteúdo de livros físicos a buscas e oferecê-los para venda via web.


Esta notícia foi retirada do site g1.globo.com, e trás muitas informações sobre Tecnologia.
Achei muito interesante, pena que nao tem aqui no Brasil a um preço acessível.
*Aos poucos eu vou alterando o layout do weblogger. Por enquanto vou deixar assim, porque a correria está sendo muita por aqui.
Boa semana a todos.
Gabriel Adonis

sábado, 10 de outubro de 2009

Others sites - Swimming

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Site 02

terça-feira, 6 de outubro de 2009

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Site 1 - WebEsportes SC

Site 2 - Guia de esportes - Brasil/SC

Site 3 - Vários sites

Site 4 - Loja nacional para Natação

Site 5 - Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos

Site 6 - Waterpolo UFSC

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